Não digo nada,
não vejo nada,
não sinto nada.
Ah, não... Não sinto.
Não quero,
não posso,
não preciso.
Se não disfarço,
apresso o passo,
cruzo os braços
e te deixo ir.
E em seguida,
abraço a vida,
danço a alegria
de não ter a sua platéia pra me incomodar
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