segunda-feira, 4 de agosto de 2014

agosto com jeito de infinito particular

Que bonito esse tal de amor,
essa coisa leve que ainda não conheci.
Sentimento pesado e volúvel,
essa face indiscreta da complexidade sutil.

Te dou de presente um aperto no peito,
e te peço desculpa se apertar demais.
Sabe como é, já é agosto
e não guardo esse gosto por mais tempo, não.

Até posso dar carinho,
beijo com jeito de infinito particular
Mas só se você prometer
não devolver, nem pensar.

Respeita meu canto sozinho,
meu pedaço de egoísmo
Já que de perto é sempre arriscado demais

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